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De volta a ativa

Publicado: 17/06/2011 em - Nós 4 -, Thiago Ornelas

Boa Noite, queridos amigos leitores.
Por aqui, seu amigo multiconectado, ThiagOrnelas.
Antes de mais nada, quero explicar a presença do “+1”, Leandro Roza do Vabo, para isso criei uma página fixa no blog, passe por lá.
No post de hoje venho um pouco diferente, eu quero esclarecer o atual momento do blog.
No alto do sec. XXI e de nossa corrida por um lugarzinho ao sol, Nos4 estamos/estivemos afundados em atividades que vão de faculdade a trabalho. Mas o interesse e o respeito por esse UNIVERSO que se tornou o Blog Nos4 não nos permitem tranquilizar diante da situação. Já já tudo volta ao normal, com muitas polêmicas, humor e opiniões, alem claro da realidade nua e crua.

Agradecemos pela paciencia e preferencia.
Vamos que vamos

ThiagOrnelas!

Bom Dia, Boa Tarde e Boa Noite, minha galerinha antenada.

Em meio a um dos dias mais frios do ano, em que eu poderia estar dormindo, tomando chocolate quente, vendo filme, comendo fondue ou namorando, venho aqui trocar uma idéia com meus queridos leitores. Viram, vocês são importantes.
-Ah, isso não te interessa?
(Argh)
-Ok, então vamos logo ao assunto desse artigo.

Muito se tem visto no Brasil nesses últimos meses a temática da homossexualidade circular pelos meios de comunicação e rodinhas de amigos. No entanto o tema só é lembrado na hora de dar opinião, criticar ou apoiar, além claro, das brincadeirinhas infinitas. Ir às raízes do assunto parece complexo demais para quem tem muitos realities shows para acompanhar.
Não estou aqui para criticar uma posição ou outra. Mas também não hesitarei em expor meu ponto de vista. O motivo de eu vir falar sobre isso é a necessidade de ser pensar esse assunto além do que é mostrado na televisão; é a necessidade de se pensar esse tema na seriedade que ele traz, pois envolve pessoas, envolve vidas.

O Brasileiro traz consigo o orgulho de ter sempre uma piadinha suja na ponta da língua. E esse, claro, é um dos temas preferidos. Mas quando o assunto é sério, as fugas são rápidas e desesperadas. Na real, quem já levou um papo sério sobre sexo com a família? Quando você começou a descobrir sua sexualidade e suas necessidades, foi fácil relevar seus medos e duvidas?

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Bom Dia, Boa Tarde e Boa Noite, meu caro leitor.

É chegado mais um grande dia de vir aqui bater um papo com vocês. Hoje o assunto é sério e presente na vida de todos nós ciberconectados, os avanços tecnológicos. A criatura que insiste em dominar seu criador, o homem.

Ultimamente temos visto nossa coexistência sob o signo da ultra-velocidade, em um emaranhado de redes, satélites e fibras óticas. Vemos nossa vida passar em meio aos turbilhões de imagens, sons e dados que uma vez nos convencem de que somos privilegiados pela abundância, n´outra nos atordoa com a impressão de que jamais conseguiremos reter. Isso Porque tudo é perturbadoramente veloz e imediato, tudo se dilui e restabelece sem direito a intervalo. As informações mal chegaram, já estão de partida. A separação entre próximo e distante desaparece em uma “varredura eletrônica”. As tecnologias sedimentam um regime de temporalidade única, assentado na veiculação instantânea e transversal de informações que se generalizam sem correspondências cronológicas ou cartográficas. O que parece ter transformado a vida humana numa espécie de consequência, não permitindo a ela se separar das máquinas. Então, Começou-se a observar que apesar de durante toda a história da humanidade as descobertas terem surtido efeitos que podemos dizer que foram “progressistas”, nas últimas décadas surgiram alguns questionamentos a respeito desse progresso, principalmente o tecnológico. Somos privilegiados por transmissões convulsivas, mas não conseguimos reter tantos estímulos e ofertas, de que adianta?

Vivemos uma espécie de delírio espacial, no qual estamos cheios de surpresas, mas que em nenhum momento apresentam resultados. Vivemos apenas de um presente desigual, desumano e cada vez mais fragmentário, além de cada vez mais ultrapassado. E não seria isso regredir nos, ainda insuficientes, avanços?

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Protesto!

Publicado: 06/05/2011 em - Nós 4 -, PROTESTO!, Thiago Ornelas

 

Bom Dia, Boa Tarde, Boa Noite…

Saudoso leitor.

O “Protesto” de hoje foi indicado por uma leitora, que estava corretíssima em indignar-se, logo, foi devidamente atendido.

Protesto contra…

… “Humor Negro”

MTV- canal jovem, antenado nas novidades, incentivadora da música independente, a favor da democratização da comunicação…Pioneira na exibição de clips. Com uma série de programas e quadros engraçados, polêmicos e acima de tudo, muito bem produzidos. No entanto, o canal pertencente ao grupo Abril resolveu abusar de sua credibilidade e dar na cara da população brasileira, e de mão fechada.

No final do último mês de março, ao exibir o quadro “Casa dos Autistas”, a MTV não apenas foi infeliz na escolha de um tema para fazer piada, como tratou de forma preconceituosa e irresponsável um tema complexo e delicado. O quadro se apresentou como uma paródia do deplorável e extinto programa “A cada dos artistas”, no qual os atores tentando fazer graça por meio de gestos repetitivos, gestos e ações atribuídos aos portadores de autismo. Na visão do produto o autista é desajeitado e incapaz de fazer qualquer coisa direito.

Vale esclarecer. O autismo é um transtorno invasivo do desenvolvimento, isto é, algo que faz parte da constituição do indivíduo e afeta a sua evolução. Caracteriza-se por alterações na interação social, na comunicação e no comportamento. Manifesta-se antes dos 3 anos e persiste durante a vida adulta. Há outros distúrbios do desenvolvimento que se enquadram no perfil de problemas autísticos, mas que não incluem todas as características da doença. Basicamente, quatro fatores indicam a presença do autismo infantil: problemas de relacionamento social, dificuldade de comunicação, atividades e interesses restritos e repetitivos e início precoce.

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Há 17 anos, em 1 de maio de 1994, Ayrton Senna entrava definitivamente para a história do esporte brasileiro. Da pior maneira possível. Com tinta vermelha de sangue, tinta irreversível.
Sua trágica morte, em Imola, deixou todo o país em estado de choque.
O acidente de Rubens Barrichello na sexta-feira mostrava que aquele não era um fim de semana normal de Grande Prêmio. Precisou a morte rondar o autódromo de Ímola para se ter certeza disso.
Roland Ratzenberger, 33 anos de idade, fazia apenas sua terceira corrida de Fórmula 1 quando bateu no muro da curva Villeneuve. Levado ao hospital, o austríaco morreu logo após a chegada.
No domingo seria a vez do tricampeão Ayrton Senna perder a vida. No mesmo circuito. No mesmo fim de semana.
Há quem garanta que Senna previu o que iria acontecer…Em um final de semana atípico, com poucos risos e muita luta com o carro, que parecia expressar sua vontade de que o piloto não entrasse na pista. A morte do Ayrton pareceu coisa do destino. Acidentes assim aconteciam quase que rotineiramente e os pilotos sobrevivem em 99% das vezes. Naquela manha, a suspensão resolveu fatalmente acertar o capacete.
Aquela semana inteira foi muito ruim. Foi uma semana triste, por tudo o que o Ayrton representava. Ele era o maior ídolo do país naquele momento. Além de perder o ídolo, a gente perdeu um grande exemplo de brasileiro. Reservado, tímido, tranquilo, dedicado e focado, extremamente atencioso e querido.

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Bom Dia, Boa Tarde e Boa Noite, meus caros amigos leitores.

O Nós 4 volta ao seu normal após um dia de pausa devido os acontecimentos na cidade do Rio de Janeiro, que impossibilitaram o membro que vos escreve de vir aqui dividir essas simples e expressivas palavras.

Venho hoje lançar a série “Protesto”:  posts influenciados por acontecimentos e atitudes exóticas da sociedade, e que não me passam na garganta.

O cenário é de pessoas que se dizem cabeça aberta, livres da alienação imposta por meios de comunicação e formadores de opinião, e claro, conhecedoras dos seus direitos. No entanto…

Se meus protestos são em vão, eu não sei, mas são meus. E eu definitivamente não quero mais do mesmo a qualquer hora, em qualquer lugar.

Eu protesto contra…

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Bom dia, boa tarde e boa noite, galera.

É chegado mais um dia de marcar presença por aqui, e que dia mais especial.  Sexta-Feira SANTA.

Isso mesmo, galera, venho hoje falar sobre um assunto importantíssimo, a nossa verdadeira Semana Santa.

Mais do que uma ótima época para descansar, ou período de trocar chocolates, a Semana Santa é um momento de reflexão, de percepção de nossos valores, de olharmos para nossas vidas, nossas ações.

Galera, a Páscoa significa “passagem da morte para a vida”. Isso quer dizer que Jesus ressuscitou para nos dar a vida. A Semana Santa é muito importante para nós que acreditamos em Jesus. O mais importante da Páscoa não é ganhar ovos de chocolate, mas saber que Jesus morreu na Cruz para nos salvar.

A Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, é o maior acontecimento da história da humanidade. Nada neste mundo supera a grandiosidade desse acontecimento. Nele podemos perceber nossa importância perante Deus. Ele, humanizado, morreu por nós. O que mais poderíamos exigir do Senhor para demonstrar a nós o seu amor? Sem isso, qual seria o futuro da humanidade? Haveria futuro?

Por quê? Porque o homem pecou e peca desde os nossos primeiros antepassados; e o pecado é uma ofensa grave a Deus, uma desobediência que rompe nossa comunhão com Ele. Mas Deus, em sua infinita bondade, pensando no futuro da nação, tomou a iniciativa, e cumpriu sua missão.

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Boa Noite, galerinha. O post de hoje vem cheio de sentimentos e realidade.

Após perceber, com dor, num antigo amigo, um mero estranho, vi que momentos vividos deixam-nos marcas profundas, daquelas que nem mesmo o tempo é capaz de apagar, mesmo que infelizmente sendo impossíveis de reviver.

Atualmente, com a correria dos dias, temos esquecido um pouco(ou totalmente?)do nosso lado humano. Preenchemo-nos com tarefas e dinheiro quando na verdade o que precisamos é de carinho, afeto e atenção. Alguns buscam na Internet a saída para esta solidão, declarações no MSN, Orkut lotado de mensagens, algumas mandadas por quem nem ao menos lembramos quem é.

Costumo dizer que isso é, junto com outras coisas, sinal da crise do Capitalismo; Ok, ok, eu sei que isso, efetivamente, nada tem a ver com Capitalismo, dinheiro, venda, compra (etc..), mas em que outra época deixaríamos de falar alguma coisa a um amigo quando em presença para falar essa mesma coisa Via MSN, minutos depois ou deixar de falar pessoalmente com um amigo, mostrar seu carinho, para “apenas” enviar uma mensagem gravada, via telefone?

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Quando não estão ocupados demais aprovando aumentos incríveis nos próprios salários como os que vimos no início deste ano, que, para quem não lembra, foi aquele aumento de 61,83% nos salários dos próprios parlamentares, de 133,96% no Presidente da República e de 148,63% no  do vice-presidente e dos ministros de Estado;  agora, nossos grandes deputados resolvem ressuscitar o Projeto de Lei do Senado n° 170/06. A pérola constitucional apresentada pelo Senador Valdir Raupp (PMDB-RO) em 2006 visa proibir e criminalizar “o ato de fabricar, importar, distribuir, manter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes, às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos.”
Eu não consigo ignorar  a ideia de termos em votação tais projetos de leis absurdos, enquanto nossas leis ditas essenciais, demoram meses ou anos para serem votadas, quando em caráter emergencial. Mas fiquei surpreso com essa em especial quando fiquei sabendo que tem gente dando corda nessa idéia. A ressurreição foi apoiada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado e ainda teve acréscimo da nobre senhora senadora  Serys Slhessarenko (PT-MT), que provavelmente não tem filhos, pois senão pensaria duas vezes antes de falar tais asneiras, que resolveu sugerir uma mudança supimpa para os incríveis jogos que trazem o selo de aprovação do Papa: a substituição da palavra videogame (“origem inglesa”) para “jogo eletrônico”. Desculpem, parece, mas não é piada.
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 Jair Messias Bolsonaro, nascido em Campinas,  militar e político, considerado um representante da extrema-direita brasileira. Cumpre sua sexta legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil. É pai de Carlos Bolsonaro, eleito vereador aos 17 anos de idade em outubro de 2000, tornando-se o mais jovem vereador da história do Brasil. E porque não nasceu estéril?

Polêmico. O Deputado tem sua vida constantemente marcada por comportamentos questionáveis e palavras e atos extremistas.

Ainda quando Capitão, em 1986, foi declarado indigno de exercer a função de Oficial do Exército, devido a sua postura problemática e indisciplinar. E de lá para cá, essa postura não teria mudado muito…Restou a ele se tornar político.

Ficou conhecido por suas idéias de cunho nacionalista e conservador, criticando fortemente o comunismo e as esquerdas,  e defendendo abertamente o regime militar instalado no Brasil em 1964.        

Em 2000, Jair Bolsonaro defendeu, numa entrevista à revista IstoÉ, a utilização da tortura em casos de tráfico de droga e sequestro e a execução sumária em casos de crime premeditado. Ele justifica o uso da tortura pois, segundo ele, “O objetivo é fazer o cara abrir a boca. O cara tem que ser arrebentado para abrir o bico.” É assim que se faz,”Missão dada é missão cumprida”

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